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Seleção Semanal – 13 a 17 de Setembro de 2021

Cenário Brasileiro

Os números da Covid-19 seguem apresentando claros sinais de avanço no Brasil, o número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a Covid alcançou, neste sábado (18), 141.453.669 pessoas, o equivalente a 66,31% da população total. Entre os mais de 141 milhões de vacinados, 80.054.632 estão com a imunização completa contra o coronavírus, o que representa 37,53% da população total com a imunização completa contra o vírus. Durante os últimos dias o número de novos casos vem apresentando queda, de 18.343 para 15.731, no entanto, nesta semana a média móvel de óbitos apresentou alta em relação à semana passada, de 466 por dia para 581. A polêmica da semana girou em torno da vacinação em adolescentes. O Ministério da Saúde voltou atrás e decidiu retirar adolescentes sem comorbidades da lista de vacinação contra a Covid-19, a nota publicada na quinta-feira (16), contraria uma outra publicada pelo ministério em 2 de setembro, que recomendava a vacinação para adolescentes a partir do dia 15.

O Ministério da Saúde informou que 26.777 adolescentes sem comorbidades acabaram recebendo a vacina no Brasil antes da proibição. O presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), Carlos Lula, disse à Reuters que os Estados não irão seguir a nota técnica do Ministério e devem manter a vacinação de adolescentes. Segundo a orientação do Ministério, a vacinação deve ficar restrita a três perfis específicos: adolescentes com deficiência permanente, adolescentes que estejam privados de liberdade e adolescentes com comorbidades.

Já no cenário político, destaque para o projeto do novo programa Bolsa Família (Auxílio Brasil), o presidente Jair Bolsonaro assinou decreto na quinta-feira (16), para elevar, até o fim de 2021, a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que irá custear o programa social que substituirá o Bolsa Família. Segundo o documento divulgado pelo Palácio do Planalto, a medida deve permitir uma arrecadação extra do IOF de R$ 2,14 bilhões. As novas alíquotas passam a valer entre 20 de setembro e 31 de dezembro de 2021. Já para o próximo ano, a intenção é financiar o programa com a tributação sobre lucros e dividendos, proposta que foi aprovada pela câmara e tramita no Senado. O Auxílio Brasil deve beneficiar 17 milhões de famílias e pagará um valor médio de R$ 300.

Na última semana, tivemos mais uma péssima performance para o mercado brasileiro, o Índice Bovespa fechou no menor nível em seis meses, impulsionado pela alta aversão ao risco mundial referente a China e a queda de Vale e Petrobras após desvalorização das commodities, com 111.439 pontos, tivemos a terceira semana consecutiva de queda, o aumento do IOF pesou e a curva de juros subiu. Destaque positivo para as ações da Méliuz ON (Cash3) com alta de 19,90%, e do lado negativo, a empresa de papel e celulose Suzano (Suzb3) com queda de -13,27%.

Agenda Nacional

No âmbito nacional, a semana promete ser bastante movimentada com a divulgação de dados importantes, como a inflação e a Confiança do Consumidor. Além disso, também teremos decisões e debates relevantes para o mercado, tanto no lado econômico quanto no político.


Na quarta-feira, o Banco Central se reúne para discutir e alterar a Taxa Selic, taxa básica de juros brasileira. Espera-se um aumento de 1 ponto percentual, passando de 5,25% para 6,25%. A mudança visa desacelerar o avanço da inflação, que hoje acumula o aumento de 9,68% dos preços nos últimos 12 meses. O aumento da taxa não deve ser o último dessa série de aumentos, uma vez que o mercado financeiro projeta o percentual em torno de 7,50% para o fim de 2021


Continuando no assunto inflação, teremos a divulgação do IPCA-15 na sexta-feira. O índice veio acima do esperado pelo mercado nos últimos dois meses, muito influenciado pelo aumento dos preços nos combustíveis, e pelo encarecimento dos custos habitacionais e alimentícios. Agora, projeta-se uma inflação de 9,90% para o índice, que se aproxima cada vez mais da casa dos dois dígitos.

Ainda na sexta-feira, outro dado importante é a Confiança do Consumidor FGV, que mede a tendência de aumento, ou de queda, dos gastos do consumidor. O indicador vem numa crescente, apesar da estacionada no mês anterior, agosto. A sua escalada positiva revela otimismo para o consumo, ainda que os valores estejam distantes dos números pré-pandemia. A melhora desse cenário se deve muito às quedas nas taxas de óbito e internamentos por Covid-19, decorrente do avanço da cobertura vacinal.


No lado da política, o mercado está atento para o avanço da reforma administrativa na Câmara dos Deputados. A votação do parecer está marcada para esta terça-feira (21), e constitui mais um passo para o avanço da PEC.

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