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    Aprenda a calcular o rendimento dos seus investimentos

    Quem investe tem como prioridade, muitas vezes, ampliar o seu capital. Por isso, entender o rendimento de investimentos é essencial para encontrar melhores oportunidades e compreender os atuais retornos de seus aportes.

    Contudo, o cálculo da rentabilidade nem sempre é um processo simples. Por exemplo, é comum encontrar investidores que a confundem com a lucratividade. Embora sejam termos parecidos, os dois conceitos são bastante distintos.

    Quer saber mais sobre o tema e aprender a calcular a rentabilidade de seus investimentos? Acompanhe a leitura!

    O que é rentabilidade?

    Para entender esse conceito, vamos a um exemplo. Considere que você optou por fazer uma aplicação em um título prefixado do Tesouro Direto. Ao avaliar as características do produto, viu que o vencimento se dá em dois anos e que seu retorno total será de 10% ao fim desse prazo.

    A rentabilidade consiste na porcentagem de remuneração em cima do que você investiu. No caso do exemplo, portanto, a rentabilidade da aplicação será de 10% após o seu vencimento. Então se você investir R$ 1.000, seus rendimentos serão de R$ 100.

    Como você viu, a rentabilidade é o percentual obtido sobre o aporte inicial. Já os rendimentos, por outro lado, são o valor em reais que você poderá resgatar. Entender essa lógica é interessante para que você consiga fazer investimentos mais estratégicos.

    Se o seu foco para investir é ampliação do atual patrimônio, por exemplo, a questão ganha uma importância ainda maior. Afinal, a busca será por investimentos com maior potencial de rentabilidade.

    No caso de a prioridade ser a previsibilidade, pode ser mais interessante contar com rendimentos menores em busca de um nível mais elevado de segurança.

    Dessa forma, outro aspecto interessante relativo à rentabilidade é como ela se relaciona com os riscos. É comum que investimentos que priorizem a segurança — como os da renda fixa —tenham um potencial de retornos menor que aqueles da renda variável — com riscos mais altos.

    Qual a diferença entre lucratividade e rentabilidade?

    Como você viu, a rentabilidade é o percentual de retornos de um investimento. Embora em um primeiro momento seja natural fazer uma associação desses rendimentos com os lucros, eles são conceitos distintos.

    O rendimento indica tudo o que investimento retornou para o investidor. A lucratividade, por sua vez, aponta para o que o investidor de fato ganhou — após os descontos de impostos e outras taxas.

    Assim, voltando ao exemplo do Tesouro Direto, você viu que sua rentabilidade foi de 10% — portanto, R$ 100. No entanto, nesse tipo de investimento há a incidência do Imposto de Renda sobre os seus rendimentos.

    Considerando os dois anos até o vencimento (superior a 720 dias, portanto), a alíquota será de 15%. Consequentemente, enquanto os rendimentos foram de R$ 100, os lucros da sua aplicação serão de R$ 85,00. É importante lembrar, ainda, que podem existir outras taxas — como a taxa de custódia.

    Assim, é possível chamar os rendimentos de rentabilidade bruta — ou seja, sem descontos. Já a lucratividade consiste na rentabilidade líquida — o valor que você, de fato, ganhou.

    Há, ainda, o conceito de rentabilidade real e nominal. Vamos entendê-los?

    O que é rentabilidade real e nominal?

    Agora que você entendeu a diferença entre rendimentos e lucros, é o momento de conhecer outros dois conceitos: rentabilidade real e rentabilidade nominal. Ambos dizem respeito ao valor que retorna de seus aportes, mas há pontos de distinção.

    A rentabilidade nominal consiste no valor que o investidor recebeu a partir de seus investimentos. A real, por outro lado, coloca esse valor em perspectiva diante da perda do poder de compra causada pela inflação.

    Considere novamente o exemplo do Tesouro Direto. Sua rentabilidade nominal foi de 10%, certo? No entanto, imagine que a inflação do período foi 12%. Isso significa que, mesmo com retornos aparentemente positivos, esse montante perdeu valor de compra.

    Com isso, a rentabilidade real foi negativa. Entender essa distinção é fundamental para que os investidores entendam se seus aportes estão nas melhores alternativas diante do cenário macroeconômico. Afinal, não adianta a rentabilidade nominal parecer alta, se a rentabilidade real ficar negativa.

    Como calcular a rentabilidade na renda fixa?

    No decorrer deste conteúdo, você pôde entender os conceitos apresentados a partir de um exemplo de investimento prefixado. Mas é importante destacar que a renda fixa apresenta três alternativas de rentabilidade:

    • prefixada;
    • pós-fixada;
    • híbrida.

    A prefixada funciona de acordo com o exemplo que você viu, com uma porcentagem apresentada no momento do aporte. Já na pós-fixada, esse percentual é variável. O motivo para isso está no fato de que ela está atrelada a um indexador — como a taxa Selic.

    Por fim, a rentabilidade híbrida agrega características das duas modalidades acima. Desse modo, há uma porcentagem fixa e outra variável — que costuma estar atrelada à inflação. Logo, você deve conhecer as características para calcular o rendimento de investimentos.

    Lembre-se, ainda, que é preciso considerar os impostos a serem cobrados. Eles podem impactar a lucratividade. Muitos títulos de renda fixa seguem a tabela regressiva do IR. Assim, aplicações mais longas contam com menores taxas.

    Também há alternativas na renda fixa sem a incidência do Imposto de Renda. Entre elas estão as letras de crédito imobiliário (LCI) e do agronegócio (LCA). Desse modo, é preciso fazer os devidos cálculos para entender qual a melhor alternativa para os seus objetivos.

    Como calcular a rentabilidade na renda variável? 

    Na renda variável, o cálculo da rentabilidade não pode ser feito de maneira antecipada. Como não há previsibilidade de retorno, o rendimento conhecido é o histórico. E os investidores podem tentar fazer projeções, mas sem garantias.

    Em alguns investimentos de renda variável, há duas formas possíveis de ganhos: pagamento de proventos ou valorização dos ativos. É o caso de ações e fundos imobiliários (FIIs), em que pode existir o repasse de lucros para os investidores.

    Nesse contexto, é preciso fazer um cálculo que tenha como base o preço do ativo e quanto ele retornou de proventos no passado para os acionistas ou cotistas.

    Para avaliar os dividendos pagos, por exemplo, você pode utilizar o indicador dividend yield. Dessa forma, é possível entender se é um investimento alinhado aos seus objetivos ou não.

    No caso de outros investimentos, o cálculo parte apenas da valorização. Se um investidor comprar cotas de um fundo de índice (ETF) por R$ 50 e vender por R$ 100, por exemplo, isso representaria uma rentabilidade bruta de 100% — antes de considerar impostos e inflação.

    Entender e saber calcular o rendimento dos investimentos é essencial para investidores — independentemente de seu perfil e sua tolerância a risco. Ao compreender o quanto pode alcançar em lucros, será possível acompanhar sua carteira e, ainda, fazer aportes mais estratégicos.

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