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    Instabilidade econômica: como lidar com ela na hora de investir?

    O Brasil é um país que passa por crises frequentes. Elas afetam a política, a economia e o mercado financeiro — gerando instabilidade econômica. Como você deve ter percebido, essa situação traz reflexos para os cidadãos e, especialmente, para o investidor.

    Nesse momento, é comum ficar com dúvidas sobre os rumos a se tomar em relação aos investimentos. Afinal, você deve continuar a fazer os aportes ou é melhor resgatar o capital investido para se proteger?

    Para responder essas perguntas, o investidor deve entender o que é a instabilidade econômica, os seus reflexos nos investimentos e como lidar com ela. Então confira o conteúdo a seguir para aprender os principais pontos sobre o assunto!

    O que é a instabilidade econômica?

    Uma instabilidade econômica é consequência de momentos de crises em um país. Nesse sentido, ela pode ser configurada de várias maneiras e em diversas proporções. Assim, traz reflexos para os mais diferentes setores.

    Primeiro é preciso entender que a economia em geral não lida bem com incertezas, sejam elas políticas ou financeiras — nacionais ou de outros países. Esse receio advém, principalmente, da segurança em relação a aplicações financeiras, produção interna, câmbio etc.

    Quando um fato relevante ocorre e traz incertezas, é usual que também haja um período de instabilidade econômica. Um exemplo disso é a crise da pandemia do novo coronavírus, que começou em 2020.

    Além da grave crise de saúde pública, essa situação também afetou a economia de todos os países. O temor acerca das consequências às medidas para conter o avanço do vírus refletiu em muitas áreas ao redor do mundo.

    Períodos de instabilidade econômica podem trazer impactos na inflação, no Produto Interno Bruto (PIB), na indústria e na produção de matérias-primas. Com isso, há consequências generalizadas no funcionamento de um país.

    Quais são os reflexos dela nos investimentos?

    Você entendeu que a instabilidade econômica é um período de incertezas na economia e oscilações constantes em diversos setores. Com tamanha importância, ela tende a trazer reflexos também para os investimentos.

    Entenda a seguir de que maneira ela pode impactar a renda fixa e a renda variável:

    Renda fixa

    A renda fixa é uma classe de investimentos com características bem definidas. De forma geral, ela oferece segurança e previsibilidade para os investidores, tendo em vista que a forma de rentabilidade é conhecida no momento do aporte.

    Ou seja, adquirindo um título de renda fixa o investidor já saberá como o seu capital renderá com aquele aporte. Nesse sentido, há três formas de rentabilidade na renda fixa, veja só:

    • prefixada: a rentabilidade acompanha um percentual fixo anual, como 10% ao ano;
    • pós-fixada: a rentabilidade é indexada a um índice financeiro previamente conhecido, como a taxa Selic;
    • híbrida: a rentabilidade híbrida une as características dos dois tipos anteriores. Ela é indexada a um índice mais um percentual fixo, como um índice de inflação mais 5% ao ano.

    Apesar de os títulos de renda fixa manterem essas características sempre, existem reflexos claros em períodos de instabilidade econômica. Confira dois dos principais:

    Rentabilidade real

    A rentabilidade real é influenciada pela inflação. Ela se caracteriza pelo aumento de preços de produtos e serviços para o consumidor. No Brasil a principal medida é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo IBGE conforme uma metodologia própria.

    Um dos efeitos da inflação é a diminuição do poder de compra de uma moeda. Ou seja, com os preços aumentando constantemente, os cidadãos comprarão menos coisas com a mesma quantidade de dinheiro no futuro.

    Nesse sentido, a inflação também afeta a rentabilidade dos títulos de renda fixa. Afinal, em aplicações que não acompanhem o IPCA, os rendimentos obtidos terão poder de compra menor. E, em momentos de instabilidade econômica, a rentabilidade real pode até ser negativa.

    Risco de crédito

    Outro fator de influência da instabilidade na renda fixa é que os títulos podem se tornar mais arriscados. Os emissores que sofrem efeitos da instabilidade têm maior risco de crédito. Esse risco diz respeito à possibilidade de o emissor ir à falência ou se tornar insolvente, não pagando os investidores de seus títulos.

    Renda variável

    Na renda variável não há previsibilidade em relação à rentabilidade dos investimentos. Nela, ativos, fundos e derivativos têm oscilações conforme diversos fatores. Entre eles estão a oferta e demanda, resultados do setor, perspectivas do mercado etc.

    Essas variações podem trazer lucro ao investidor, mas também levar ao prejuízo, caso haja resgate no momento em que o preço da cotação diminua em relação à compra. Apesar do maior risco, também há uma vantagem: não há limitação para a rentabilidade, então ela pode ser superior na comparação com a renda fixa.

    Contudo, para investir na renda variável o investidor precisa conhecer os seus riscos e a sua tolerância. Em especial, porque os impactos das instabilidades econômicas na renda variável são mais visíveis.

    Você já ouviu notícias dizendo que a bolsa caiu, ou que o Ibovespa sofreu uma forte queda? Isso significa que os papéis de empresas listadas na bolsa tiveram uma redução no seu preço. O Ibovespa é o principal índice que acompanha esses resultados.

    Essas quedas costumam acontecer pela oferta e demanda, tendo em vista que os investidores ficam com receio de comprar papéis em meio a crises. Assim, os preços começam a cair e podem trazer prejuízos ao investidor que se desfizer de suas posições nesse cenário.

    Como lidar com a instabilidade econômica ao investir?

    Como você viu, a instabilidade econômica traz grandes reflexos na sua vida e nos seus investimentos. Então como lidar com essas situações? A resposta depende dos objetivos de cada pessoa, mas há dicas importantes.

    Por exemplo, vale lembrar que essas crises e momentos do mercado são momentâneos e costumam diluir a longo prazo. Então quem tem uma boa estratégia e foca no acúmulo de capital no futuro pode manter os planos de investimentos sem grandes sustos.

    Outra ideia muito importante é ter diversificação. Ou seja, fazer aportes em ativos e títulos sem correlação e expostos a diferentes riscos. Assim, o capital investido não fica vinculado a apenas um fator de valorização ou desvalorização.

    Também é preciso evitar o efeito manada na instabilidade econômica. Nesse período, muitos investidores podem se assustar e tomar decisões irracionais. Lembre-se de que sua estratégia e seus objetivos são pessoais, então não faça escolhas somente porque outros estão fazendo.

    Entendeu como a instabilidade econômica afeta seus investimentos? Como você viu, é preciso entender que esses cenários são passageiros. Então busque focar na sua estratégia, investir em diversificação e não seguir o efeito manada para se proteger!

    Você precisa de ajuda para entender melhor esses cenários e as características de cada aporte? Então conte com a assessoria da Manchester!

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