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IPCA-15 sobe em novembro com 8 grupos em alta. Confira!

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Pelo segundo mês consecutivo, o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15) sofreu inflação atingindo 0,53%, menos do que os 0,56% esperados. Com isso, a taxa dos últimos 12 meses

atinge 6,17%, acumulando uma alta de 5,53% no ano.  

Apenas o grupo de Comunicação manteve-se estável, enquanto os outros oito grupos sofreram inflação, impulsionando o aumento do índice.   

Para conferir os grupos mais impactados e entender como isso afeta o seu bolso e os seus investimentos, acompanhe este texto!  

 

 

O que ficou mais caro para o brasileiro?  

Confira os grupos que tiveram os maiores impactos no índice neste mês, são eles:  

 

Saúde e Cuidados Pessoais (0,91%) 

Impulsionado pelos itens de cuidado pessoal, principalmente os produtos de pele (6,68%), e planos de saúde (1,21%).  

 

Alimentação e Bebidas (0,54%)  

O aumento nos preços do tomate, cebola, batata-inglesa e frutas são os que mais impactaram no índice, assim como os valores para alimentação fora do domicílio (0,40%). Por outro lado, a boa notícia é que o preço do leite longa vida (-6,28%) recuou novamente.  

 

Transportes (0,49%) 

Depois de cinco meses de queda, o combustível volta a pesar no bolso, principalmente no daqueles que abastecem com gasolina (1,67%). Enquanto viajar de carro ficou mais caro, as passagens de avião sofreram redução de preço (-9,48%). Então, pode ser uma boa hora para você garantir o voo que estava pesquisando! 

 

Vestuário (1,48%) 

Apenas joias e bijuterias não subiram de preço, em compensação, as roupas femininas (1,93%) foram as que mais impactaram a inflação do grupo. 

 

Habitação (0,48%) 

O aumento foi resultado do aluguel e da conta de energia elétrica estarem mais caras para a população neste mês. Para os moradores do Rio de Janeiro e Porto Alegre, pesou ainda mais, já que as taxas de água e esgoto também aumentaram.  

Os outros dois grupos que sofreram alta foram: Artigos de residência (0,54%) e Educação (0,05%).  

 

 

Como investir neste cenário?  

Ativos de Renda Fixa indexados à inflação, como títulos públicos, privados e bancários, proporcionam uma rentabilidade real ao investidor, ou seja, um retorno corrigido pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). 

Se o seu perfil de investidor for mais arrojado, uma exposição à renda variável surge como opção. Nesse caso, os investimentos através de ativos reais, como as ações e os Fundos de Investimento Imobiliários (FIIs), são meios interessantes para discutir com o seu assessor. 

Está em busca de uma assessoria personalizada? A Manchester está ao seu lado para ajudá-lo a tomar as decisões certas. 

Com acesso a um portfólio completo de produtos do mercado, somos capazes de diversificar sua carteira, assim evitamos grandes impactos relacionados à inflação.  

Conte com a nossa experiência de mais de 55 anos no setor de investimentos e habilidade em desenvolver estratégias bem alinhadas com o perfil de cada um dos nossos clientes!   

Invista com quem entende!  

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